Publicado por: Ricardo Monteiro | Outubro 31, 2007

Verão!

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Está chegando o verão. Ou melhor o verão já chegou e mais uma vez estamos vendo a corrida incansável de todo ano quando se aproxima o fim de ano. Quanto mais próximo a exposição, mais motivado fica o indivíduo, que aviva seu senso de urgência para ter um corpo mais bonito. Bom ou ruim? Inevitável, talvez.

Para você profissional, a “desculpa” ou motivação que leva o aluno a academia deve ser entendida como uma arma e mais uma chance para fazê – lo se tornar um individuo ativo e saudável e claro, com seu objeto de desejo saciado, seja seu corpo mais magro, mais musculoso…

Sabemos que atividade física não é remédio, como o elixir do três meses que antecedem a exposição na praia. Sabemos que somente a frequência trará resultados satisfatórios esteticamente e para a saúde. Sabemos que malhar o ano inteiro é mais saudável e viável quando se quer obter saúde ou o corpo perfeito.

Esta é mais uma hora da verdade em que você profissional tem que educar e mostrar para o seu cliente quais os benefícios da atividade física e o quê fazer para chegar lá. E isso inclui mantê – la o ano inteiro e não só nos três meses que antecedem as férias.

Será que conseguimos? Mais uma vez temos a grande chance de mudar hábitos e trazer saúde e realização para muitas pessoas que entram em nossa academia motivadas pelo VERÃO.

Publicado por: Ricardo Monteiro | Outubro 29, 2007

Hoje é sexta – feira!

Hoje é sexta – feira. É normal que a academia esteja vazia. Você alguma vez já parou para pensar  porque isso ocorre? Por que simplesmente aceitamos uma diminuição do fluxo de alunos quando aproxima o final de semana? O que isto pode nos prejudicar?

Sim, certamente aceitar isto como uma coisa normal é colocar em segundo plano a importância da frequência nos resultados e principalmente na adesão de um programa de exercícios. É comum vermos alunos desistindo do programa de atividade após as férias ou um feriado prolongado. E o que dizer do final de semana que começa na quinta – feira.

Não podemos deixar que nossos profissionais entendam isto como normal passando este concenso para o nosso aluno que despreza a importância da frequência e certamente depois cobra resultados.

Pense na sua estratégia, converse com seus profissionais a respeito, e se você atua na sala de musculação, cobre a presença de seus alunos e mude este paradigma e faça com que a sexta – feira seja mais ativa e produtiva para você(profissional), (empresário) e principalmente (aluno).

Publicado por: Ricardo Monteiro | Outubro 4, 2007

Ihrsa 2007

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É impressionante como cresce o mercado fitness e a cada ano temos mais novidades na área que vão desde máquinários, sistemas, vestuário, suplementos esportivos, arquitetura em academia, educação e etc…

No entanto, mais uma vez tenho a comprovação de que tudo se desenvolve sim, mas com um único fim: o ser humano.

Esta e a palavra de ordem que tenho visto aqui neste congresso, pois tudo que estamos fazendo e aliás, é por isso que estou aqui. Encantar cada vez mais o meu cliente e aluno e torná – lo um indivíduo ativo e consciente da importância da atividade física em sua vida…

Direto de São Paulo, 04 de outubro.

Publicado por: Ricardo Monteiro | Setembro 20, 2007

O coração da academia

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O setor de musculação tem um importante papel dentro de uma academia , pois é nele que cada aluno é orientado e conduzido ao seu programa de atividade. Todo cliente da academia passa em alguma momento pela musculação conferindo assim uma importância fundamental no processo de adesão no programa de atividade. Seja um aluno de atividades de ginástica, spinning ou alongamento, geralmente o seu primeiro contato é neste setor e cabe ao profissional ser capacitado para direcionar o aluno de forma que atenda as suas expectativas e necessidades. Mas lembre – se, todo setor da academia tem sua importância  no processo de aderência ao programa de atividade devido ao grande caráter heterogênio do público que frequenta a maioria das academias. Pense nisso!

Publicado por: Ricardo Monteiro | Setembro 12, 2007

Crianças e diabetes

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Pesquisadores do Hospital de Leverkusen, na Alemanha, afirmam que adolescentes e crianças com diabetes tipo 1 devem fazer atividades físicas para  diminuir o risco de futuros males cardiovasculares. Na pesquisa, os cientistas avaliaram mais de 23 mil voluntários, entre três e 18 anos de idade, com diabetes tipo 1.O grupo que realizava exercícios físicos apresentou os melhores resultados, em longo prazo, no controle do açúcar no sangue (glicose), além de ter menos probabilidade de ter pressão alta ou colesterol “ruim” elevado.

Segundo os cientistas, os mais ativos apresentaram menores níveis da hemoglobina A1C, que é um indicador do controle da glicose e cujos altos níveis no sangue estão relacionados a maiores níveis de colesterol total, colesterol “ruim” (LDL) e triglicérides.

Fonte: Redação Saúde em Movimento

Os benefícios da atividade física se revelam surpreendentes em todas as idades. Orientar a criança a praticar uma atividade lúdica e assossiada ao prazer sempre é a melhor forma de fazê – la criar o hábito e tornar – se um adulto saudável e ativo.

Publicado por: Ricardo Monteiro | Setembro 11, 2007

Metas

Comos vão suas metas?

Aquelas feitas no início do ano, ou qualquer meta que você se disponha a alcançar em qualquer momento de sua vida. O que tem feito por elas? Esqueceu? Mudou de prioridade?

Não deixe que o dia a dia o mude de seu caminho e dos planos que fez para você. Reavalie, mude, adicione coisas novas, mas não perca o foco… isso o deixará sempre no caminho. Portanto! Estabeleça metas, e melhor, faça acontecer.

Publicado por: Ricardo Monteiro | Setembro 4, 2007

Brasileiro faz pouco exercício físico

 O brasileiro é um povo sedentário. Duas pesquisas do início do ano mostram que a população atual gasta bem menos calorias por dia do que gastava há 100 anos. Isso explica porque a falta de atividade física afeta cerca de 70% da população brasileira, mais do que a obesidade, a hipertensão, o tabagismo, o diabetes e o colesterol alto, além de ser causador direto desses outros problemas. O estilo de vida atual do brasileiro pode ser responsabilizado por 54% do risco de morte por infarto e por 50% do risco de morte por derrame cerebral, as principais causas de morte em nosso País. “A falta de atividade física é assunto de saúde pública”, afirma Rodrigo Reis, doutor em Atividade Física e Saúde e professor do programa de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Em Curitiba, segundo pesquisa do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 40,1% das pessoas entre 15 e 69 anos são insuficientemente ativas. “Isto quer dizer que fazem menos de 30 minutos de exercícios em pelo menos três dias por semana”, esclarece Reis. Curitiba, segundo o Inca, é a 12.ª capital entre 15 pesquisadas onde menos se faz exercício de maneira satisfatória, atrás de São Paulo (35,4%) e Porto Alegre (30,4%), mas à frente de Florianópolis (44,4%) e do Rio de Janeiro (43,7%). “Tem-se esta idéia errônea que em cidades litorâneas se faz mais exercícios físicos, mas a pesquisa mostrou que, quanto mais urbano o ambiente, mais sedentária é a população”, revela o professor. “A mudança demográfica dos últimos 50 anos, com a população indo do campo para a cidade, e a transformação do trabalho braçal para intelectual certamente foram determinantes para esta situação”, diz. Reis compara que a insuficiência de atividade física acontece em quase todo o mundo ocidental, mas que o brasileiro é especialmente “preguiçoso”. “Acredito que faltam opções de lazer para quem não pode pagar por uma academia, por exemplo, mas culturalmente as pessoas dão preferência para ficar em frente à TV do que correr no parque”, aponta. A pesquisa traz ainda dados curiosos. Mesmo levando em conta a atividade física realizada no trabalho, o Inca descobriu que quanto menor o poder aquisitivo da pessoa, menos exercício ela realiza. “E as mulheres também costumam fazer menos atividades do que os homens. Mas quando fazem, até por preferir academias do que a pelada do fim de semana, fazem com mais qualidade do que os homens”, aponta Reis. País enfrenta “epidemia” de obesidade “Sempre odiei fazer exercícios. Quando tinha aula de educação física no colégio, era uma tortura”, conta Elaine Mello. Com apenas 27 anos, sofrendo de pressão alta, a assistente administrativa é um retrato do que a pesquisa do Inca descobriu. Mãe do pequeno Fernando, de dois anos, Elaine conta que pretende educar o filho para fazer exatamente o oposto: já procura uma escola de natação para matricular o menino e diz que o estimula nos esportes. “Um agravante para o sedentarismo no Brasil é que as crianças têm como modelos adultos que não fazem absolutamente nenhuma atividade física, alimentam-se de maneira completamente equivocada e que costumam deixá-los em frente à TV tempo demais”, enumera o cardiologista Mário Sérgio Cerci. Para ele, o País enfrenta uma epidemia de obesidade, opinião corroborada por outra pesquisa, levado a cabo pelo Ministério da Saúde, que aponta o sobrepeso e a obesidade como a segunda causa evitável de câncer, atrás do tabagismo. Em 2003, o excesso de peso atingia, em média, quatro em cada dez brasileiros adultos. “A obesidade mórbida já atinge cerca de 1,5 milhão de pessoas no País”, cita o cardiologista. Além disso, o especialista revela que as pessoas só procuram um médico depois de já apresentarem problemas de saúde devido à falta de exercícios e ao sobrepeso. Elaine conta que trabalha quase o dia inteiro sentada e que sua empresa não tem um programa de ginástica laboral. “Admito que não costumo fazer consultas médicas freqüentemente”. Para Cerci, são estes hábitos que tornam Elaine candidata a problemas coronários num futuro próximo. Indo na contramão das pesquisas, dona Enélia Gomes Jacintho, com 69 anos, é uma “rata de academia”. “Há um ano e meio, de segunda a sexta, faço exercícios na academia”, conta. Nesse período, curou diversas dores de articulações que sentia nas pernas e nos braços, perdeu peso, sente-se mais disposta e até conseguiu evitar uma cirurgia que faria em um dos pés. Sempre ciceroneada por um dos monitores da academia, conta que quando não vai ao local sente falta até do ambiente. Um dos professores da academia, o carioca Leonardo Freitas, fala que no início se surpreendeu com a energia de dona Enélia, que para ele, é maior do que a de muitos jovens. “É comum ver muita gente desistir da academia, mas ela nunca falta”. Outro fator que chamou a atenção do professor é a diferença entre a capital fluminense e a paranaense. “Aqui as pessoas parecem menos preocupadas com a estética, procurando fazer atividades físicas mais como uma maneira de melhorar a qualidade de vida do que ficar sarado”. Mas para que este objetivo seja atingido sem problemas, dá alguns conselhos. “É importante marcar uma consulta com seu médico de confiança. Depois, mesmo que não queira freqüentar uma academia, procurar um profissional de educação física, que saiba avaliar e prescrever exercícios e aconselhar nos esportes”, aponta. Outro fator que deve ser levado em conta é a alimentação. “É sempre bom procurar o aconselhamento de uma nutricionista . Muitas academias, como a nossa, já oferecem estes serviços aos alunos”. Fonte:Paraná On-Line 14/8/2007

site: http://www.fitnessbrasil.com.br/novo_site/default.asp

Publicado por: Ricardo Monteiro | Setembro 4, 2007

Retenção

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Atrair é mais fácil do que manter.

A sazonalidade que vive o mecado de academias tem contribuido para que esta afirmação esteja presente no cotidiano de gestores e professores do ramo.

Cada vez mais, se faz necessário uma atualização constante do profissional  para que a demanda de alunos que entram nas academias, muitas vezes movidas por motivos como o verão, permaneçam praticando atividade ao longo do ano.

Certamente que a mudança nos hábitos e na pespectiva de qualidade de vida da sociedade vem mudando gradativamete este processo. No entanto, cabe a você: gerente, professor, coordenador, secretária (o), conduzir o aluno/cliente no processo de adesão da atividade física ao seu cotidiano, tornado – o assim um indivíduo ativo e consciente da importância  da atividade física em todos os momentos de sua vida. Não apenas, no verão.

Publicado por: Ricardo Monteiro | Agosto 30, 2007

De quem é a culpa?

O objetivo é melhorar as coisas e não de encontrar os vilões.

Isso mesmo, não importa de quem seja a culpa, importante mesmo é que as coisas devem ser feitas e cada vez melhores.

Como você tem agido? Prefere buscar soluções ou perde tempo arranjando culpados e inventando desculpas? De quem você acha que é a reponsabilidade das coisas que lhe acontecem?

Você quer começar uma dieta, atividade física, o curso do seu sonho. Então, você precisa saber que não importa de quem seja a culpa para as coisas não darem certo. Você precisa entender de quem é a responsabilidade. É aí, que as coisas começam, não importa de quem seja a culpa, de qual desculpa você vai inventar para o que não deu certo hoje.

Importante mesmo, é que você, e mais ninguém, é o responsável para que tudo aconteça.

Publicado por: Ricardo Monteiro | Agosto 30, 2007

Objetivo

É comum na estrutura de atendimento de um profissional de academia a indagação ao cliente a respeito de seu objetivo com atividade física. Talvez, por mera repetição de procedimento ou por padrão estabelecido pela instituição.

Será que o profissional vem utilizando esta informação para montar um treinamento condizente ao real objetivo do aluno? O que pode ser aproveitado desta importante pergunta? O que devemos levar em consideração?

Todas estas questões nos levam a simples conclusão de que tudo, o que nos disser o cliente é importante na elaboração de SEU programa de treinamento. Exatamente, SEU programa de treinamento e isto deve ser o foco principal na montagem do treinamento do aluno.

Constantemente o profissional esquece que o treinamento será feito pelo aluno e as expectativas, particularidades e limitações são do aluno projetando assim objetivos que ele -  profissional tem com atividade física, prejudicando assim a aderência no programa de treinamento.

E você, como tem usado esta preciosa informação dada pelo seu cliente/aluno?

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